Mutirão de revisão penal tenta amenizar superlotação em Andradina e região

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O mutirão carcerário nesta pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) em todo o Estado deve beneficiar cerca de 1,6 mil presos da Penitenciárias da região. Essa é a quantidade estimada de indivíduos que já cumpriram pena e estão detidos de forma irregular ou que podem passar a cumprir a pena em regime mais brando - semiaberto ou aberto.

 

Hoje, segundo dados da SAP (Secretaria de Administração Penitenciária), mesmo com capacidade para 792 presos, a penitenciária de Andradina  abriga nada menos que 1.288 homens. Todas as penitenciárias da região estão com superlotação.

 

O mutirão carcerário promovido pelo CNJ deve prosseguir até dezembro. Inicialmente devem ser analisados os processos penais da Capital, seguido pelas cidades do Vale do Paraíba e do Litoral.

 

O TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) nomeou 17 juízes paulistas para participarem do mutirão. Além disso, também serão disponibilizados 50 funcionários do Poder Judiciário para auxiliar nas análises dos processos.



Esta é a primeira vez que São Paulo recebe um mutirão do tipo. A ação, no entanto, já vem sendo realizada há três anos nos outros estados brasileiros. Em todos os casos, o mutirão foi realizado em uma semana de trabalho apenas.

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