Deputada assume liderança da Minoria na Alesp
Pelos próximos doze meses ela será a responsável por liderar o grupo formado por partidos que se opõem ao governo, atualmente sob gestão Tarcísio.
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Em seu sexto mandato na Alesp - na qual já ocupou o mesmo cargo na Liderança da Minoria, em 2015, e foi líder da Bancada do PT, em 2018 - , Beth pretende utilizar sua ampla experiência para mobilizar ainda mais o bloco oposicionista contra o que ela define como um "desmonte de políticas públicas essenciais para o povo paulista".
"Este será um ano crucial para a democracia e para o futuro do Brasil. Neste sentido, pretendo reforçar a luta em defesa das mulheres, das crianças e adolescentes, da população LGBTQIA+, das pessoas idosas, das pessoas com deficiência e de todos aqueles que sonham com um mundo mais justo e com mais oportunidades", afirma Beth.
Trajetória de luta
Em 2002, Beth foi eleita para seu primeiro mandato de deputada estadual, tornando-se a primeira mulher da história do Noroeste Paulista a ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa.
Coordena atualmente na Alesp duas Frentes Parlamentares: Em Defesa das Universidades Públicas e Institutos de Pesquisa (pela valorização do ensino superior público de qualidade e em prol da ciência) e Pela Defesa da Vida e Proteção de Mulheres e Meninas (mobilização contra a escalada da violência de gênero).
É titular em quatro comissões permanentes: Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informação; Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; Comissão de Saúde e Comissão de Assuntos Metropolitanos.
Beth é autora de mais de 700 proposituras. Dentre elas, da Lei nº 14.365, de 15 de março de 2011, que institui a Política de Prevenção e Combate ao Câncer de Mama. Por essa iniciativa, o estado de São Paulo passou a se comprometer com o desenvolvimento de ações fundamentais para prevenção, detecção e tratamento da doença.
Também é autora do Projeto de Lei n° 91, de 2017), que dispõe sobre o funcionamento ininterrupto, inclusive aos sábados, domingos e feriados, das Delegacias de Polícia de Defesa da Mulher no Estado de São Paulo para ampliar a rede de proteção e acolhimento às vítimas de violência.
Iniciativas mais recentes de sua autoria também marcam sua trajetória de luta em prol das causas que impactam a população paulista. Dentre elas, seus esforços para tentar impedir a venda da Sabesp e de barrar a reestruturação da carreira de pesquisadores e as reiteradas incursões de Tarcísio contra a produção científica, a partir da venda de áreas de pesquisa, cortes de verbas e de privatizações de setores estratégicos para a ciência.
No mesmo sentido, quando ela acionou o Ministério Público contra Tarcísio, em dezembro de 2025, por sua omissão no combate ao feminicídio, exigindo um plano emergencial contra a escalada de violência de gênero. Iniciativa essa que ocorreu na esteira dos casos recordes de assassinatos de mulheres e outras formas de violência.