CNI apresenta Agenda Jurídica para grandes indústrias em São Paulo

Encontro com 60 diretores jurídicos de grandes empresas teve como objetivo estreitar laços com setor industrial e prestar contas da atuação jurídica da CNI na Suprema Corte

CNI apresenta Agenda Jurídica para grandes indústrias em São Paulo - CNI apresenta Agenda Jurídica para grandes indústrias em São Paulo
CNI apresenta Agenda Jurídica para grandes indústrias em São Paulo - Arquivo pessoal
Gostou da notícia? Compartilhe com seus amigos!
ENVIAR PARA UM AMIGO
Vagas e Notícias no seu Celular!

Receba alertas de empregos e notícias urgentes da região diretamente no seu WhatsApp.

👉 ENTRAR NO CANAL GRATUITO Seu número fica oculto e protegido.
Continua após os destaques >>

O diretor Jurídico da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Alexandre Vitorino, apresentou a Agenda Jurídica da Indústria 2026 para gestores jurídicos de 60 grandes indústrias brasileiras e outros conglomerados. Ele detalhou os processos de interesse do setor, os resultados alcançados em julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF) e as perspectivas para atuação ao longo do ano, durante encontro do General Counsels Group Brazil (GCGB), realizado na segunda-feira (30) em São Paulo.

“O objetivo central foi prestar contas do trabalho desenvolvido pela CNI no Supremo Tribunal Federal e estreitar laços institucionais com o setor industrial, demonstrando como a gestão técnica dos processos judiciais impacta diretamente o dia a dia do setor produtivo e a segurança jurídica do país”, destacou o diretor da CNI.

Alexandre Vitorino observou que a 11ª edição da Agenda Jurídica da Indústria, lançada em fevereiro, cumpre a função de informar a Suprema Corte sobre os processos de maior impacto e relevância para o setor produtivo. A maior parte dos 70 processos do documento se refere a temas tributários – 40% do total.

Na sequência, aparecem casos trabalhistas (26%), ambientais (13%), administrativos/regulatórios (13%) e de processo civil (8%). No total, 13 ações são de autoria da CNI; em outras 35 a entidade é amicus curiae e em 22 atua como observadora por envolver temas de interesse da indústria.

Desde o lançamento da Constituição Federal de 1988, quando a CNI passou a ter legitimidade para atuar no Supremo, a instituição já participou de 223 ações no Supremo. Desse total, a CNI teve êxito em 62% dos processos.

Também participaram da reunião o superintendente de Contencioso da CNI, Fabiano Pereira, o gerente de Assuntos Jurídicos de Representação da CNI, Marcos Abreu, e o professor da Universidade de São Paulo (USP) Humberto Ávila, que fez palestra sobre segurança jurídica.

Editoria:
• Institucional Tags:
#stf #agenda legislativa #agenda jurídica #confederação nacional da indústria

Relacionadas

Medida não é suficiente para interromper desaceleração econômica, destravar investimentos e reduzir endividamento Em visita a Edson Fachin, o presidente da CNI alertou sobre a importância da estabilidade das normas e da segurança jurídica para atração de investimentos, estímulo à inovação e competitividade da economia Conselho de Infraestrutura da CNI avalia que a escalada nos conflitos tem potencial para atingir diversas cadeias produtivas da indústria brasileira em razão da alta nos preços de insumos essenciais para o setor

Leia mais

CNI lança Agenda Legislativa da Indústria 2026 com 135 projetos
Documento reúne proposições monitoradas pelo setor industrial, com destaque para propo...
Ricardo Alban apresenta Agenda Jurídica da Indústria para o presidente do STF
Em visita a Edson Fachin, o presidente da CNI alertou sobre a importância da estabilid...
CNI lança a 11ª Agenda Jurídica da Indústria com 70 processos que tramitam no STF
Documento reúne 13 ações de autoria da CNI, 35 em que a entidade é amicus curiae e out...

Comentários

📢 Leia mais notícias em

AndraVirtual 🔗

📲 Acompanhe nas redes sociais

Mais Destaques >>

Usamos cookies necessários e, com seu consentimento, analytics, publicidade e mídias sociais. Consulte nossa Política de Privacidade.