Aguaí e Socorro recebem nesta semana audiência pública de Frente Parlamentar contra Crimes Digitais
A Frente Parlamentar de Combate à Violência em Ambiente Digital contra Crianças e Adolescentes promove nesta semana duas audiências públicas descentralizadas no Interior paulista sobre prevenção a crimes virtuais em plataformas como Discord e TikTok.
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Em Aguaí-SP, o encontro acontece na Câmara Municipal (avenida Olinda Silveira Cruz Braga, 235 - Parque Interlagos), às 18 horas. Já em Socorro-SP, o colegiado fará duas audiências públicas, amanhã, às 9h e às 14h, na sede do Poder Legislativo (rua Antônio Leopoldino, 197 - Centro). Está prevista a participação de prefeitos e de vereadores da região, além de representantes da sociedade civil e lideranças do setor produtivo.
Desde sua criação, a Frente Parlamentar de Combate à Violência em Ambiente Digital contra Crianças e Adolescentes promoveu seis encontros nos municípios de Araraquara-SP, Iracemápolis-SP, Holambra-SP, Guariba-SP, Jaguariúna-SP e Taubaté-SP:
Segundo Rafa, as agendas descentralizadas também auxiliam vereadores na elaboração de Projetos de Lei (PL) que viabilizem à criação de Frentes Parlamentares de Combate à Violência Digital em suas cidades:
"O enfrentamento a crimes na Internet é missão conjunta. A popularização de plataformas, de aplicativos de mensagens e de servidores, como o Discord e o TikTok, ampliou os riscos, tornando mais urgente a atuação de diferentes setores da sociedade neste assunto. Nosso objetivo é levar a Frente Parlamentar para cada canto do estado, garantindo que os municípios estejam preparadas para enfrentar os riscos digitais e proteger nossas crianças e jovens", afirma o deputado do União Brasil.
Nas audiências públicas de Aguaí e Socorro, o colegiado da Alesp distribuirá um material gráfico com cinco passos sugeridos para o combate à violência em ambiente digital: o mapeamento do uso das redes sociais entre alunos, integrando escolas e Prefeituras; o oferecimento de palestras regulares e a inclusão de Educação Digital na grade curricular; atendimento psicológico ininterrupto nas instituições de ensino; abertura de canais de escuta e para denúncia; e a divulgação à população de resultados das ações já aplicadas.