Governo de Andradina recebe 66 aparelhos de ar-condicionado para climatizar escolas

Fonte: Da redação com Assessoria de Imprensa, em17/07/2019

Tamiko recebe aparelhos. Climatização beneficiará cerca de 570 alunos

MUDANÇAS DE HÁBITOS, VÍCIOS E SAÚDE: Hipnose Clínica: atendimento em Andradina (SP).

A prefeita Tamiko Inoue esteve acompanhando a chegada, nesta segunda-feira (15), dos aparelhos de ar-condicionado que serão instalados duas escolas do município.

As Escolas Municipais de Ensino Básico Integral Ondina Hofig de Castilho e Maria Vera Quental Tamai que atendem cerca de 570 alunos do primeiro ao quinto ano receberão os aparelhos.

O investimento de cerca de R$ 180 mil é fruto da economia da não realização do carnaval no município. “A Educação é prioridade e com essa medida buscamos a melhoria do ensino e das condições de trabalho de nossos professores e a expectativa é para ainda mais evolução em toda rede de ensino”.

Nesta etapa, todas as salas de aula dessas escolas serão climatizadas oferecendo aos alunos um ambiente confortável que favorece o bem-estar e proporciona melhores condições de aprendizagem.

Segundo explica a secretária de Educação, Lucilene Novais dos Santos, os aparelhos que foram entregues pelas empresas vencedoras do pregão entrarão em funcionamento tão logo aconteça a licitação para a contratação de uma empresa especializada na instalação.

“O processo deve demorar cerca de 60 dias, e as salas de aulas, biblioteca e demais salas deverão estar climatizadas antes do início do verão”, comenta Lucilene.

O Governo de Andradina através da Secretaria de Obras e Infraestrutura realiza estudos sobre as instalações elétricas para que as outras unidades, que ainda não contam com o beneficio, também recebam as melhorias. Além do Ondina e Maria Vera, o Anna Maria Marinho Nunes também já conta com as salas de aulas climatizadas.

Após o primeiro ano do mandato de Tamiko, os professores e toda equipe da Educação Municipal colocaram Andradina com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) comparado a países mais desenvolvidos do mundo. Em 2017, o índice subiu para 7,1, muito acima até da meta de 2021 que é de 6,8, sendo o maior salto da região.



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