Governo de Andradina inicia ação de varredura no combate ao Aedes aegypti

Fonte: Da redação com Assessoria de Imprensa, em08/02/2018

Ação precisa de apoio dos moradores que mesmo após a passagem do agente devem verificar seus quintais todos os dias. Foto: Divulgação/Prefeitura

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Nesta quarta-feira (07) a Secretaria de Saúde e Higiene Pública do Governo de Andradina deu início a uma mobilização para eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti transmissor da Dengue, Chikungunya, Zika e Febre Amarela, devido à grande concentração de larvas encontradas no ultimo semestre.

“Oitenta agentes comunitários e vinte agentes de endemias estão concentrando os trabalhos no mesmo setor, fazendo uma varredura para investigar, apontar, eliminar e mais uma vez conscientizar cada morador sobre a importância da vistoria diária”, disse o secretário da pasta Marcelo Gimenez, ao lembrar que qualquer local por menor que seja que acumule água parada é um propenso criadouro.

A concentração teve início na Unidade Básica de Saúde “Nelson Rodrigues Martinho” do bairro Vila Mineira, dando o início à primeira etapa da ação que irá abranger toda a parte de cima da linha.

“Estamos começando desta área com maior concentração de larvas que infelizmente são encontradas em casas habitadas, em recipientes de água para cachorros, no reservatório atrás da geladeira, em ralos, vasos de plantas, coisas que devem ser olhadas todos os dias, e não leva mais de um minuto. Este é nosso lema, ‘sua casa sem mosquito, sem dengue, em um minuto’. Vamos cada um de nós fazermos nossa parte, salve sua vida e a do seu próximo”, alertou o chefe do Controle de Endemias, Rosivaldo de Paula.

O Ministério da Saúde recomenda que o índice larvário (número de larvas por cada 100 imóveis), fique abaixo de 1% das casas visitadas, mas Andradina está acima de 12%, segundo levantamento da Vigilância Epidemiológica.

Por isso a prefeita Tamiko Inoue baixou o Decreto n° 6.504/2018, de Estado de Emergência na última segunda-feira (5) alertando todos os setores municipais e da sociedade. Colocando como demanda prioritária para Saúde ações e medidas de combate, inclusive com permissão para ingresso forçado em imóveis particulares fechados ou abandonados que estejam sendo fonte dos criadouros do mosquito.

O horário de trabalho dos agentes foi dividido em dois períodos das 8h ao meio dia e das 16h às 20h e ainda por setores para alcançar todos os terrenos e residências.

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