Aluguel de pasto tem se tornado atrativo na região noroeste paulista

Fonte: Da redação, em25/04/2016

Arrendar terra para gado se tornou lucrativo (Foto: Reprodução / TV TEM)

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Ter um pasto na propriedade pode significar um bom lucro, mesmo que o produtor não tenha nenhuma cabeça de gado. Na região noroeste paulista essas áreas estão cada vez mais cobiçadas por quem tem animais, mas não têm espaço suficiente para deixá-los. Com isso, o aluguel de pasto tem se tornado atrativo para os dois lados.

Em uma fazenda em São João das Duas Pontes (SP), por exemplo, 120 dos 278 hectares do local são de pastagens, tudo dividido em piquetes. A propriedade pertence ao produtor rural Evandro Mioto, mas o gado não é dele. A área foi alugada para diferentes criadores da região. "Isso não foi planejado devido a baixa produção e preços da laranja, vendemos parte dos animais para saldar a dívida da laranja, aí vimos que compensava arrendar o terreno", afirma Mioto.

Ele recebe por cabeça de gado e o valor é de R$ 30 por mês. O produtor diz que estudou todos os prós e contras e viu que essa saída ia compensar. "Fizemos as contas e o máximo que receberia por ano com a cana seria R$ 2,5 mil e no gado tira R$ 3 mil por ano, por alqueire", afirma o produtor.

Onde havia três cabeças de gado, agora ele consegue manter até cinco. Bom para pecuristas como Eduardo Camilo, que está sempre à procura de boas pastagens para engordar a boiada. Ele tem 500 animais e utiliza pastos alugados. É uma maneira que encontrou para aumentar o rebanho, sem ter que investir em novas propriedades. "Diminuir o gado e aumentar a terra você descapitaliza. O dinheiro do gado gira rápido, então é importante não estar descapitalizado", diz o pecuarista.

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